Curiosidades e Dicas





Dicas da Moninha
Como evitar desperdicios:
Receitas com reaproveitamento integral dos alimentos:
Salgados
Doces

COMPRAR BEM:
preferir legumes, hortaliças e frutas da época.

CONSERVAR BEM: armazenar em locais limpos e em temperaturas adequadas a cada tipo de alimento.

PREPARAR BEM: lavar bem os alimentos, não retirar cascas grossas e preparar apenas a quantidade necessária para a refeição de sua família.


Aproveitar sobras e aparas, desde que mantidas em condições seguras até o preparo:

* Carne assada: croquete, omelete, tortas, recheios etc.;

* carne molda: croquete, recheio de panqueca e bolo salgado;

* Arroz: bolinho, arroz de forno, risotos;

* Macarrão: salada ou misturado com ovos batidos;

* Hortaliças: farofa, panquecas, sopas, purês;

* Peixes e frango: suflê, risoto, bolo salgado;

* Aparas de carne: molhos, sopas, croquetes e recheios;

* Feijão: tutu, fejtão tropeiro, virado e bolinhos;

* Pão: pudim, torradas, farinha de rosca, rabanada;

* Frutas maduras: doces, bolo, sucos, vitaminas, geleia;

* Leite talhado: doce de leite.


Alimentos que podem ser aproveitados integralmente:

* Folhas de: cenoura, beterraba, batata doce, nabo, couve-flor, abóbora, mostarda, hortelã e rabanete;

* Cascas de: batata inglesa, banana, tangerina, laranja, mamão, pepino, maçã, abacaxi, berinjela, beterraba, melão, maracujá, goiaba, manga, abóbora;

* Talos de: couve-flor, brócolis, beterraba;

* Entrecascas de melancia, maracujá;

* Sementes de: abóbora, melão, jaca;

* Nata;

* Pão amanhecido;

* Pés e pescoço de galinha;

* Tutano de boi.

Mitos e Verdades
1. MITO:  As pessoas com diabetes  não podem comer beterraba
VERDADE: As pessoas com diabetes podem consumir beterraba, pois  é classificado como vegetal contendo boa fonte de fibras, vitaminas e minerais  e poderá fazer parte da dieta, elaborada pelo nutricionista.
Dra. Daniela de Almeida
Nutricionista funcional
Membro Departamento de Nutrição da SBD 2010/2011
2. MITO: As frutas como banana, uva, caqui, manga e melancia, devem ser excluídas da alimentação das pessoas com diabetes pois aumentam muito  o açúcar no sangue.
VERDADE: As  frutas são ricas em vitaminas, minerais e fibras e contêm o açúcar natural (frutose e glicose). Quando consumidas em quantidades adequadas e distribuídas corretamente ao longo de um dia de alimentação, não prejudicam a saúde da pessoa que tem diabetes, entretanto se consumidas em excesso qualquer fruta poderá aumentar a glicemia.
Dra. Tarcila Beatriz Ferraz de Campos – CRN3 15157
Nutricionista Mestre em Ciências com Ênfase em Fisiologia Endócrina – USP
Centro de Diabetes Hospital Alemão Oswaldo cruz
3. MITO: Fruta faz bem a saúde e por isso pode comer a vontade
VERDADE: A fruta possui diversos nutrientes, incluindo a frutose e glicose que em excesso poderão aumentar a glicemia

Prof. Dra. Marlene Merino Alvarez
Doutora em Ciências Nutricionais;
Nutricionista da Universidade Federal Fluminense e FMS Niterói
Membro do Departamento de Nutrição da SBD -  2010/2011
4. MITO: As pessoas com diabetes devem comer pão  somente dormido ou amanhecido ou torrado porque não faz mal para o diabetes
VERDADE: O pão francês é um alimento que faz parte da dieta do brasileiro, constituindo uma importante fonte de carboidrato na alimentação. O carboidrato é o nutriente que mais afeta sua glicemia, pois quase 100% é convertido em glicose (açúcar). Assim não importa a forma de preparo ou de consumo do pão, um pão francês de aproximadamente 50g terá sempre 28g de carboidrato, estando ele torrado ou dormido. Portanto consuma a quantidade orientada pelo seu nutricionista e da forma que mais gostar.

Dr  Rafael Teixeira de Mattos
Nutricionista da Clínica Metabolizar
Educador em Diabetes
6. MITO: Para diminuir o carboidrato do arroz, basta lavá-lo continuamente.
VERDADE: Lavar o arroz ou qualquer outro alimento não diminui o conteúdo de carboidrato do mesmo.
Dra. Luciana  Bruno
Nutricionista Clínica com treinamento na Joslin Diabetes Center
Membro do Departamento de Nutrição da SBD  2010/2011
7. MITO: A pipoca é um alimento perigoso para as pessoas com diabetes
VERDADE:  A pipoca é um alimento de baixo custo,  rico em fibras, contribuindo com a saciedade e melhores níveis de  glicemia e colesterol
- alimento rico em fibra, logo um ponto positivo para redução de glicemia e de colesterol .Por ser fonte de carboidrato deve ser substituido pelo pão, onde: 01 xícara de pipoca espoucada equivale a ½ Pão francês ou 01 fatia de Pão forma.
Dra. Wilma Rodrigues de Amorim
Nutricionista do Instituto estadual de diabetes e endocrinologia  - IEDE
Educadora em diabetes
 8. MITO: A pessoa com diabetes não pode comer pão frances, cuscuz ou tapioca, tem que trocar  tudo por biscoitos tipo água e sal ou cream cracker.
VERDADE: As pessoas com  diabetes podem comer pão frances, cuscuz e tapioca, devendo estes alimentos ser inseridos em um plano alimentar saudável. Nao é recomendável utilizar apenas um tipo de alimento pois haverá menor proporcao de nutrientes e risco de monotonia.

Dra. Anelena Seyffarth
Nutricionisata da Secretaria de Estado de Saude - DF
Membro do Departamento de Nutricão da SBD  2010-2011
9. MITO: Para reduzir o carboidrato do pão basta deixá-lo fora da geladeira por de 1-2 dias  e assim a pessoa com diabetes  poderá comer á vontade sem que a glicemia se altere.
VERDADE: O pão ou qualquer outro cereal fermentado na geladeira ou fora desta, não tem seu teor carboidrato reduzido. Portanto procure seguir as recomendações do seu nutricionista em relação a quantidade e forma de consumo dos alimentos.
Prof. Dra. Maria Goretti Burgos
Doutora e Mestre em nutrição pela UFPE
Nutricionista do serviço de diabetes do HC – Universidade Federal de Pernambuco
Membro do Departamento de Nutrição e Metabologia da SBD 2010/2011
10. MITO: Todas as pessoas com diabetes devem seguir uma dieta para “diabetes”,  com restrição de calorias, para atingir melhor controle glicêmico
VERDADE: Não existe uma dieta específica para quem tem diabetes,  pois as necessidades nutricionais destas pessoas são semelhantes a da população em geral. O plano alimentar, elaborado pelo nutricionista especialista deve considerar a avaliação do estado nutricional para definição das calorias, macro e micro nutrientes, baseados  nas necessidades individuais e objetivos de tratamento, utilizando parâmetros semelhantes aos do  público em geral.
Dra.Gisele Rossi Goveia
Nutricionista Clínica da Preventa Consultoria em Saúde – SP
Membro do Departamento de Nutrição da SBD 2010/2011
11.MITO: Comer antes de dormir engorda, principalmente  se for carboidrato.
VERDADE: A quantidade de calorias ingeridas é que faz com que o peso se eleve.
Se o consumo de energia for maior que o gasto, haverá ganho de peso.
Dra. Deise Regina Baptista
Professora do Departamento de Nutrição/UFPR
Membro do Departamento de Nutrição da SBD 2010/2011
12. MITO: Diabético não pode comer arroz e feijão
VERDADE: “Diabético pode comer arroz e feijão.”
Durante muitos anos, algumas crenças foram criadas sobre a ingestão de arroz e feijão. Alguns diziam “engorda”, outros que “diabético não pode comer”, porém, sabemos hoje que principalmente o feijão é um dos alimentos mais ricos em fibras solúveis, além do amido resistente (outro tipo de fibra) e faz parte do hábito alimentar do brasileiro. A presença desse tipo de fibra torna a digestão mais lenta, importantíssimo para menor elevação da glicose no sangue. Outro aspecto relevante é a saciedade que o feijão proporciona, resultado desse mesmo processo de digestão.

Dra. Maura Marcia Boccato Corá Gomes
Especialista em Saúde Pública
Membro do Grupo de Estudos em Nutrição para Idosos – GENUTI
Nutricionista no Centro de Convivência e Cooperativa Mooca – PMSP
Nutricionista no Centro de Saúde Ocupacional Hospital Israelita Albert Einstein
13. MITO: Produtos “Diet” são feitos para diabéticos e podem ser consumidos a vontade.
VERDADE: De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) pode ser chamado de alimento diet aquele que é isento de algum nutriente, nem sempre ele é isento de carboidrato, pode ser em gordura ou sódio por exemplo. Podemos citar como exemplo o chocolate, algumas marcas apresentam maior teor de gorduras e pouca ou nenhuma diferença em carboidrato, ou seja, nem sempre o chocolate diet é a melhor escolha. Para boas escolhas sempre devemos comparar os rótulos dos alimentos, em caso    de dúvidas sempre consulte um nutricionista.
Dra. Bruna Martins Lima
Nutricionista do Grupo de crianças e adolescentes portadoras de Diabetes
Mellitus de São Caetano do Sul.

Contagem de Carboidratos
Existem vários métodos pelos quais as pessoas com diabetes podem planejar sua alimentação e manter os níveis de glicemia o mais próximo do normal possível, juntamente com a medicação e atividade física. Um desses métodos é a Contagem de Carboidratos. A Contagem de Carboidratos é uma estratégia nutricional, onde contabilizamos os gramas de carboidratos consumidos nas refeições e lanches, com o objetivo de manter a glicemia dentro de limites convenientes. A razão pela qual você deve focalizar em contar gramas de carboidratos é porque os carboidratos tendem a ter maior efeito na sua glicemia. Quando você entende como contar carboidratos, você tem uma maior variedade na escolha dos alimentos que compõem o seu plano alimentar. E também, pode controlar sua glicemia mais precisamente. Esta estratégia  nutricional pode ser utilizada por qualquer pessoa com diabetes, sendo muito útil, até mesmo indispensável, para aquelas pessoas que utilizam como forma de tratamento a terapia com múltiplas doses de insulina ou sistema de infusão contínua de insulina, onde esta poderá ser ajustada, baseada no que a cada pessoa consome de alimentos.

Itens indispensáveis para utilizar a contagem de carboidratos:
  • Acompanhamento de um endocrinologista, que incentive esta Terapia Nutricional e possíveis ajustes.
  • Acompanhamento com um profissional Nutricionista com experiência no atendimento a pessoas com diabetes e Contagem de Carboidratos.
  • Motivação do portador de diabetes e equipe para iniciar uma nova Terapia Nutricional.
  • Anotar todos os alimentos consumidos e quantidades (em medida caseira), para descobrir a quantidade de carboidrato que está sendo ingerido.
  • Saber ler e escrever, ou pelo menos ter noção de medidas caseiras.
  • Medir a glicemia mais vezes, em diferentes horários, de acordo com o esquema estabelecido pela equipe. Esta é única maneira de saber a resposta individual dos alimentos, bem como se seu plano alimentar e tratamento estão adequados. Sua glicemia mostra quando e quais mudanças são necessárias.
Conhecendo os Carboidratos
A maior parte dos carboidratos que ingerimos vêm de 4 grupos de alimentos:
  • Grupo do pão (arroz, batata, mandioca, milho,massas, biscoitos doces e salgados, cereais)
  • Grupo da fruta (todas)
  • Grupo do leite (leite, iogurte)
  • Grupo dos vegetais
Praticando a Contagem:
02 Fatias de pão de forma: 24g carboidrato
01 colher (chá) margarina light: 0
01 copo de iogurte light: 15 g carboidrato
01 banana pequena: 15g carboidrato
Total: 54g carboidrato
Sabendo a quantidade que você deve consumir de carboidratos por refeição, você pode variar seu cardápio, utilizando alimentos diferentes. É importante respeitar sempre as quantidades de carboidratos estabelecidas, manter o peso corporal e glicemias saudáveis. A quantidade de carboidratos que você deve consumir diariamente varia de pessoa para pessoa, bem como a sua distribuição que deve ser estabelecida individualmente ao longo do dia. O nutricionista que o acompanha definirá a quantidade de carboidratos das refeições e lanches com base nas informações abaixo:
  • Idade
  • Peso / altura
  • Circunferência abdominal
  • Quando e quanto realiza atividade física
  • Ação dos medicamentos prescritos pelo seu médico para tratar o diabetes
  • Metas de peso  corporal
  • Valores laboratoriais
  • Alergias e intolerâncias alimentares
  • Preferências e aversões alimentares
  • Aspectos sócio-culturais e estilo de vida
A Contagem de carboidratos permite maior flexibilidade ao plano alimentar, sem perder de vista a alimentação saudável para atingir os objetivos de tratamento traçados pela equipe que o acompanha.

 Decifrando os rótulos de alimentos
Os rótulos são elementos essenciais de comunicação entre produtos e consumidores. Daí a importância das informações serem claras e poderem ser utilizadas para orientar a escolha adequada de alimentos. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA é o órgão responsável pela regulação da rotulagem de alimentos que estabelece as informações que um rótulo deve conter, visando à garantia de qualidade do produto e à saúde do consumidor.
Vejam algumas informações que sempre devem estar presentes nos rótulos e são importantes que você as identifique:
Lote: É um número que faz parte do controle na produção. Caso haja algum problema, o produto pode ser recolhido ou analisado pelo lote ao qual pertence.
Conteúdo líquido: Indica a quantidade total de produto contido na embalagem. O valor deve ser expresso em unidade de massa (quilo) ou volume (litro).
Origem: Informação que permite que o consumidor saiba quem é o fabricante do produto e onde ele foi fabricado. São informações importantes para o consumidor saber qual a procedência do produto e entrar em contato com o fabricante se for necessário.
Informação Nutricional Obrigatória: É a tabela nutricional. Sua leitura é importante porque a partir das informações nutricionais você pode fazer escolhas mais saudáveis para você e sua família.

Prazo de validade: Os produtos devem apresentar pelo menos o dia e o mês quando o prazo de validade for inferior a três meses; o mês e o ano para produtos que tenham prazo de validade superior a três meses. Se o mês de vencimento for dezembro, basta indicar o ano, com a expressão “fim de...” (ano);
Lista de ingredientes: Informa os ingredientes que compõem o produto. A leitura dessa informação é importante porque o consumidor pode identificar a presença de termos, como açúcar, sacarose, glicose, ou outros tipos de açúcar, como a dextrose.

Alimentos Diet e Light
A  maioria  dos consumidores se confunde na hora de escolher alimentos com a definição diet ou light. Diferentes alimentos estão nas prateleiras, o que torna difícil a escolha. Segue abaixo as características desses produtos:
Alimento Diet
De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, o termo diet  pode ser utilizado nos seguintes produtos:
  1. Alimentos para dietas com restrição de nutrientes, como por exemplo: carboidratos, gorduras, proteínas, sódio, glúten, entre outros.
  2. Alimentos  para dietas com ingestão controlada de nutrientes  (para manutenção de  peso ou de controle de açúcares, entre outros). Estes alimentos não podem ter a adição de nutrientes. Assim, alimentos para ingestão controlada de açúcar não pode haver inclusão desse nutriente. Sendo permitida apenas a existência de açúcar natural do alimento.
Todos os produtos diet devem ter isenção de algum nutriente. Nem sempre o alimento diet apresenta menos calorias, por isso a importância de avaliar as informações nutricionais.
Alimento Light
Os alimentos light devem ter redução mínima de 25%  em algum nutriente ou calorias, comparado ao alimento convencional. Para que ocorra a redução de calorias é necessário que haja a diminuição no teor de algum nutriente energético (carboidrato, gordura e proteína). Assim, a redução de um nutriente não energético, por exemplo, sódio (sal light) não interfere na quantidade de calorias do alimento. A real  diferença entre diet e light está na quantidade permitida de nutrientes.Enquanto que o diet  precisa ser isento 100%, o light deve apresentar uma diminuição mínima de 25% de nutrientes ou calorias. Outra diferença, é que o alimento light  não é, necessariamente, indicado para pessoas que apresentem algum tipo de  doença (diabetes, colesterol elevado,celíacos, fenilcetonúricos). Se, o alimento light apresentar eliminação de um determinado nutriente, por exemplo, açúcar (refrigerante light), poderá ser consumido por pessoas com diabetes. Importante lembrar que esses produtos devem ser consumidos nas porções recomendadas. Geralmente as pessoas acreditam que podem  consumir  mais, por ter menos calorias. Ler os rótulos dos produtos light e diet  e compará-los com o alimento convencional será a melhor forma de verificar se eles atendem as suas necessidades. Portanto solicite ao seu nutricionista que o oriente a leitura de rótulos dos produtos e fique sempre atento na hora da compra, pois como estes podem ter maior custo, quando comparados com os convencionais, você poderá gastar mais por um produto, sem que haja necessidade de ser substituído.

Adoçantes: O que você precisa saber
Os edulcorantes artificiais chamados popularmente de adoçantes são alvo de diversas dúvidas, sobretudo quando se trata de saber qual o mais adequado para o tratamento do diabetes.  Um mito importante que precisa ser combatido é que somente o uso do adoçante seria suficiente para o tratamento dietético do diabetes. Isso não é verdade, já que a maior parte dos alimentos possui carboidratos (açúcares) que aumentam de maneira similar a glicose no sangue. Contudo é recomendável que o adoçante seja usado em substituição ao açúcar (sacarose) para minimizar a restrição dos outros carboidratos no plano alimentar.

Para a escolha adequada do adoçante deve se considerar a segurança, o paladar e o custo. O adoçante seguro é aquele que sofre regulação de órgãos oficiais  com comprovada credibilidade científica, os quais liberam ou não o consumo para humanos, além de determinar a dose máxima por dia. Lembrar que não se pode deixar de contar o número de gotas. Dica: não ultrapassar de 10 gotas/copo,  até conferir com a recomendação do Nutricionista.

Quanto ao paladar devem ser verificados quais os adoçantes que podem ir ao fogo e o seu poder de adoçar, para que o uso incorreto (altas temperaturas e excesso de gotas) não acentue o resíduo amargo. E finalmente o custo, embora seja um dos principais determinantes na escolha dos adoçantes, deve-se avaliar o custo/benefício no momento da compra do adoçante, uma vez que o produto será utilizado de maneira contínua por muitos anos.

Dúvidas mais freqüentes sobre os adoçantes
  • Causam câncer?
    Existem vários estudos na literatura científica que comprovam a segurança do uso dos adoçantes para pacientes diabéticos, desde que recomendados pelo médico ou nutricionista e utilizados na quantidade adequada para consumo diário.
  • Engordam ou emagrecem?
    O adoçante é apenas um coadjuvante (substitui a sacarose) nas dietas para perder peso.  Ele não possui o efeito de emagrecer ou engordar.
  • Podem ser usados na gravidez?
    Sim, desde que orientados pelo médico ou nutricionista.
Na tabela abaixo são listados os tipos de adoçantes comumente usados no Brasil com a respectiva dose máxima e Instituição oficial que liberou para o consumo.
Edulcorantes
Consumo máximo
Instituição
Acesulfame K
15mg/dia/Kg
FDA
Aspartame
40mg/dia/Kg
FDA
Ciclamato de sódio
7mg/dia/Kg
ANVISA
Estévia
5,5mg/dia/Kg
ANVISA
Sacarina
5mg/dia/Kg
FDA
Sucralose
15mg/dia/Kg
FDA





Espero que tenham gostado! Eu postei algumas receitas especialmente criadas para as pessoas que tem diabetes. Deliciem-se ...

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